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“TECNOLOGIAS” EM DEBATE NA CASA DA ARQUITECTURA A 29 DE JANEIRO

Vai decorrer no próximo dia 29 de janeiro, às 18h00, na Casa da Arquitectura, a conversa “Tecnologias”, terceiro momento do Ciclo Plural, que visa debater a arquitetura a partir de uma visão alargada e interdisciplinar, convocando várias áreas do saber. A entrada é livre.

 

Este terceiro momento de reflexão e difusão, incorporado no projeto de investigação ESCOLAS: Complexidade e Interpretação, sediado no CEAU, assenta numa parceria entre a Casa da Arquitetura e a Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto.

 

Sob a coordenação de André Santos, o projeto tem como pano de fundo a transformação arquitetónica dos edifícios escolares, intervencionados ao abrigo do Programa da Parque Escolar, E.P.E., constituído por um universo de 74 escolas localizadas a “norte” do país.

 

A Conversa vai contar com a participação de Artur Mexia (Diretor Técnico da Technal), Nuno Brandão Costa (Arquiteto), Rui Furtado (Engenheiro), Vasco Freitas (Docente FEUP) e Raúl Bessa (Engenheiro). A moderação está a cargo de Susana Marvão, jornalista especializada em Tecnologias da Informação e Comunicação (Revista Business.IT).

 

O arquiteto Nuno Sampaio, Diretor Executivo da Casa da Arquitetura fará a introdução à sessão e a estudante Francisca Mendonça apresentará o projeto ESCOLAS: Complexidade e Interpretação e, em particular, os objetivos do Ciclo de Conversas e o sentido do debate Tecnologias.

 

A Conversa Tecnologias constitui o terceiro e último debate do Ciclo de Conversas PLURAL, convocando a dimensão tecnológica no contexto da arquitetura escolar.

 

Considerando o desempenho ativo e relevante dos edifícios escolares na instrução dos alunos, pretende-se promover um diálogo sobre o papel determinativo da inovação tecnológica, com consequências tanto no espaço escolar, como nos utilizadores. A significativa carga infraestrutural, a que os mais recentes diplomas legais induziram, veio a exigir da arquitetura um conjunto diversificado de soluções que, oscilando entre a exposição e a ocultação daqueles sistemas, se confrontaram com a especificidade da intervenção em edifícios preexistentes. Complementarmente, as questões da universalidade e, em particular, da garantia de acessibilidade à globalidade do espaço escolar permitiram que a arquitetura reafirmasse a sua responsabilidade social, contribuindo para ampliar o valor pedagógico da instituição escolar. Assim, a integração das novas tecnologias, não se isenta da reinvenção de um novo modelo de ensino-aprendizagem que, repensando a organização espaço-funcional, favorece o desenvolvimento de novas práticas pedagógicas e ainda infraestrutura a sala de aula tradicional.

 

E [com as novas tecnologias] a arquitetura também vai ficar melhor. É mais cómodo uma casa moderna do que uma casa antiga. Não estou a dizer que seja mais bonita ou mais agradável. O que eu acho é que há um discurso objetivo da arquitetura. (…) O suporte da arquitetura é a construção. A arquitetura, acho eu, é a construção com a mais-valia que não tem a ver com a utilidade física e da matéria, mas tem a ver com uma felicidade, uma emoção, uma paixão a que as pessoas aderem. Mas o suporte é sempre a construção.Souto de Moura. “Entrevista”. Ana Sousa Dias in Diário de Notícias (03 de agosto de 2017).

 

Patrocínio: Tintas Robbialac S.A.

Co-produção: Casa da Arquitectura

Parceiro Media: ROOF – An In & Out Magazine

Apoio: Personal Travel; Restaurante João Ratão

Apoios Institucionais: Ministério da EducaçãoParque Escolar, E.P.E.Ordem dos Arquitectos – Conselho Directivo NacionalOrdem dos Arquitectos – Secção Regional Norte

 

Entrada livre (sujeita à lotação da sala).

Programa sujeito a alterações (sem aviso prévio).

 

+ info Ciclo de Conferências, Ciclo de Conversas, Exposição, Debate, Livro | ESCOLAS: Complexidade e Interpretação