Arquivo

A CASA DA ARQUITECTURA materializa a sua missão de promoção e divulgação da Arquitetura e seus cruzamentos disciplinares, com base na constituição e disponibilização de um arquivo nacional de Arquitetura, formado e sustentado numa coleção própria com desenhos, estudos, projetos, maquetas, livros e obras de Arquitetura, a partir da identificação e criação de uma coleção representativa da produção portuguesa, transversal e intergeracional que espelhará a cultura arquitetónica em Portugal. Detém as condições físicas, técnicas especializadas para aceitar e preservar espólios documentais de Arquitetura nacionais e internacionais, cedidos por arquitetos ou herdeiros, entidades públicas ou privadas, entre outras detentoras de acervos de interesse arquitetónico ou artístico, dando continuidade aos importantes acervos do Centro de Documentação Álvaro Siza, Eduardo Souto de Moura, Paulo Mendes da Rocha, João Álvaro Rocha, entre outros.

 

A criação de uma coleção própria que represente um arquivo significativo da memória e história da Arquitetura contemporânea, permite conservar e divulgar documentos e instrumentos disciplinares da Arquitetura, cedidos para informação e investigação local ou virtual, despoletando a criação de uma biblioteca com edições monográficas e periódicas doadas, adquiridas ou editadas pela CASA DA ARQUITECTURA, consideradas estruturantes para o enquadramento temático e específico em desenvolvimento.

 

A CASA DA ARQUITECTURA pretende fomentar a criação uma rede nacional de arquivos de Arquitetura. Apresenta-se e assume-se como parceiro privilegiado entre congéneres, com ambição e representação nacional, fomentando o intercâmbio de experiências, coleções, metodologias e técnicos especializados e vocacionados para a sua missão. Pretende constituir-se como uma parceira às entidades congéneres no tratamento arquivístico das coleções detidas por estas entidades sempre que as mesmas o solicitarem.

 

A CASA DA ARQUITECTURA tem, ainda, uma posição privilegiada para assumir a responsabilidade de divulgar e mostrar ao público o trabalho desenvolvido pela rede, uma vez que a maioria dos arquivos atualmente existentes não dispõe de área expositiva própria.

 

A organização e programação espacial privilegia a exposição e conservação de acervos e espólios em reserva convencional, visível e consultável, para além do seu armazenamento. O modelo de reserva visitável é inovador, dinâmico, entre a reserva convencional ou tradicional e a reserva consultável ou acessível, congregará as suas funções primordiais, vocacionadas para a conservação e investigação do espólio, que possibilita igualmente uma maior acessibilidade. Partindo de uma intenção de democratização do acesso à cultura e do saber a todos, bem como da componente da comunicação, propõe-se uma tipologia de reserva alicerçada nas seguintes áreas: reserva convencional, reserva visível, armazenamento visível, reserva consultável.

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