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CASA DA ARQUITETURA ACOLHE DOIS ESPECTÁCULOS DO FESTIVAL DIAS DA DANÇA NOS DIAS 26 E 28 DE ABRIL

O Festival Dias da Dança (DDD) está de volta aos municípios de Matosinhos, Porto e Vila Nova de Gaia entre os dias 24 de abril e 12 de maio. Este ano, chega de mãos dadas com o FITEI – Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica e a Casa da Arquitectura é mais uma vez parceira desta iniciativa, acolhendo dois espetáculos em estreia nacional: Mediated Motion / Land Project (estreia), de Daniel Pinheiro & Lisa Parra (Portugal/EUA), e ACORDO (estreia nacional) de Alice Ripoll / Cia. Rec (Brasil), nos dias 26 e 28 e abril, respetivamente. A entrada é livre.

 

 

DDD OUT
SEX 26 ABR — 18h00
Daniel Pinheiro & Lisa Parra (Portugal/EUA) – Mediated Motion / Land Project [estreia]
Continuando o trabalho e a prática desenvolvida em Land Project, projeto colaborativo entre Daniel Pinheiro e Lisa Parra, este novo trabalho investiga as dinâmicas e as metodologias que lhes permite um movimento em conjunto, à distância. Ao movimentarmo-nos de acordo com o que nos rodeia, este encontro explora a possibilidade de unir espaços remotos num movimento dualmente singular onde, através da rede (Internet), uma forma específica de ‘mover’ e ‘posicionar’ emerge.
DANIEL PINHEIRO é performer e artista visual, com formação em Teatro, e tem vindo a explorar – entre outras coisas – o conceito da arte telemática, recorrendo ao vídeo como ferramenta e a Internet como plataforma, unindo ambas as linguagens num objeto de expressão.
LISA PARRA é coreógrafa e performer, residente em Nova Iorque (EUA) o seu trabalho assenta sobre a exploração e experimentação coreográfica recorrendo a elementos e suportes que vão para além do corpo, nomeadamente a palavra e as suas várias dimensões e a pesquisa e experimentação fotográfica.
Criação e Interpretação Daniel Pinheiro, Lisa Parra

 

 

DDD IN
DOM 28 ABRIL – 19H00
ACORDO [estreia nacional] de Alice Ripoll / Cia. Rec (Brasil)
aCORdo surgiu quando a coreógrafa Alice Ripoll foi convidada a participar na ocupação Que Legado?, realizada no Castelinho do Flamengo, no Rio de Janeiro, em 2017. O trabalho tinha como premissa questionar o que ficou como legado para a cidade após os grandes eventos que, supostamente, iriam trazer melhores condições de vida aos seus, habitantes, como o Mundial de Futebol, em 2014, e os Jogos Olímpicos, em 2016. Sem responder literalmente à pergunta, a artista propôs pensar a cidade a partir da visão dos intérpretes convidados, com quem trabalha há oito anos na Cia. REC. Todos são negros e vivem numa favela do Rio de Janeiro, expostos a uma constante turbulência social e cultural. Neste espetáculo, que ocorre sempre numa sala fechada, numa metáfora ao espaço restringido à liberdade, estão dispostas cadeiras encostadas à parede e quatro bailarinos, no centro. Num jogo do toca e foge, cara a cara com o público, os intérpretes assumem uma posição de atacantes e defensores.
Entrada gratuita sujeita à lotação da peça com levantamento de bilhete, no próprio dia, na Casa da Arquitetura.

 

 

Mais informações e toda a programação em www.festivalddd.com